Especialistas em Climatologia alertam para a indústria do Alarmismo Climático com fins lucrativos

Especialistas em Climatologia alertam para a indústria do Alarmismo Climático com fins lucrativos

11 de novembro de 2025 0 Por Antônio Garcia

Sim, você entendeu bem. Segundo o vídeo que inserirei logo abaixo, existe uma indústria do Alarmismo Climático.

Você já sentiu aquela ansiedade ao assistir uma notícia dizendo que “o mundo vai acabar em 5 dias por causa de um fenômeno climático nunca visto antes”?

Pois é.  Isso ocorre quando o medo vira produto. Enquanto tentamos entender o que realmente está acontecendo com o clima, somos bombardeados por manchetes cada vez mais dramáticas, agressivas e apocalípticas.

E, no fundo, existe uma dor silenciosa em você — aquela sensação de estar sendo enganado, usado ou manipulado por informações que só servem para  gerar medo, não conhecimento.

“Por que tudo que envolve clima virou uma máquina de pânico?” A verdade é dura: medo gera cliques. Cliques geram dinheiro.

E existe hoje uma indústria de alarmismo climático lucrativo, que transforma previsões incompletas ou isoladas em narrativas apavorantes para gerar audiência.

Enquanto isso, a maioria das pessoas continua sem entender nada sobre clima e meteorologia — ficando vulnerável justamente ao que mais teme: a desinformação.

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O medo vende – Por isso ele é fabricado

Antes de tudo, precisamos entender um fato incômodo: o medo é um dos gatilhos emocionais mais poderosos que existem.

Quando uma manchete diz: “Tempestade histórica vai destruir cidades!” A sua mente não analisa a informação — ela reage.

E é exatamente nesse ponto que nasce o alarmismo climático. Como explicado no vídeo de Sérgio Sacani, existe uma triagem seletiva da informação:

tira-se o contexto,  exagera-se o impacto e  usa-se palavras como histórico, nunca visto, devastador.

Diferente de previsões responsáveis — aquelas baseadas em modelos climáticos, análise de dados e incertezas estatísticas — o alarmismo trabalha com uma lógica simples:

Sensacionalismo + urgência = audiência. Além disso, previsões climáticas não são certezas, são cenários.

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Mas o alarmismo transforma “possibilidade” em “garantia”. É como se alguém dissesse:

“Existe chance de chuva amanhã.” E o alarmista traduzisse como:  “Prepare-se! Um dilúvio bíblico vai arrastar sua cidade!” O objetivo não é informar.

É manter você com medo, por que:

-O medo cola,

– medo viraliza,

-Enfim, o medo faz as pessoas clicarem sem pensar.

Enquanto isso, informações equilibradas — aquelas que realmente ensinam e contextualizam — recebem menos atenção. Sacani expõe que existe hoje uma  corrida pelo apocalipse, onde cada um tenta prever a pior tragédia possível para se destacar.

E nós? Ficamos presos em um ciclo de ansiedade constante. A sensação é de que algo terrível está prestes a acontecer — sempre.

Assista ao Vídeo completo para entender esse mecanismo por trás das previsões aparentemente  “Apocalíticas”.

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Clima, Dados e Narrativas: Por que o debate sobre aquecimento global parece tão confuso?

Nos últimos anos, falar de aquecimento global virou sinônimo de manchetes dramáticas, previsões catastróficas e um sentimento permanente de urgência.

Mas será que tudo o que ouvimos é realmente sustentado por dados? Ou parte do debate está sendo guiado por narrativas?

No trecho de um podcast, os participantes levantam uma questão importante:

“Não é que os dados estejam errados. O problema é como eles são apresentados.”

A seguir, vamos explicar — de forma simples — os principais pontos desse debate.

 O que é consenso e o que é interpretação?

O que a ciência realmente concorda?

  1. Existe aquecimento global
  2. A temperatura média do planeta aumentou desde a década de 1970
  3. O nível do mar está subindo — cerca de 3 mm por ano

Esses dados são amplamente reconhecidos por instituições como o IPCC (painel climático da ONU).

 Mas o debate começa quando se tenta interpretar  esses dados.

Enquanto algumas manchetes apresentam cenários apocalípticos, relatórios do IPCC mostram que diversos fenômenos — como furacões, secas e queimadas — não apresentam aumento significativo globalmente.

Dados reais x Modelos climáticos: onde nascem os exageros?

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No podcast, os debatedores destacam a diferença entre:

dados observados (o que realmente aconteceu) e modelos climáticos (simulações e projeções)

A crítica é que alguns estudos usam modelos para gerar cenários extremos e, posteriormente, esses cenários são divulgados como se fossem fatos confirmados.

Um exemplo citado é um estudo sobre queimadas em Los Angeles. O relatório completo mostrava que os dados eram incertos — os resultados poderiam indicar aumento ou diminuição das queimadas.

Porém, o trecho enviado à imprensa enfatizava apenas a conclusão alarmante. “O estudo tinha incerteza, mas só divulgaram o número mais dramático.”

Um sistema caótico: o clima não é previsível em linha reta

O clima é um sistema complexo. Pequenas variações podem gerar grandes efeitos, e nem sempre no mesmo lugar onde a mudança ocorreu.

Isso significa que:

-Pequenas ações levam tempo para gerar impacto.

-Prever eventos climáticos futuros envolve muita incerteza. E incerteza nem sempre vira manchete.

 A “indústria do alarmismo climático”

Segundo o podcast, existe um ecossistema que se beneficia da narrativa de emergência climática:

  • ONGs que captam recursos com campanhas de urgência
  • Organizações que produzem relatórios com linguagem dramática
  • Eventos internacionais que giram bilhões em negociações e marketing

“Não é ciência ruim. É comunicação seletiva.”

Essa crítica não é contra o estudo do clima, mas sobre como os resultados são apresentados ao público.

 Um paradoxo: aquecimento global existe, mas morre menos gente.  Este é um dado surpreendente discutido no podcast:

Hoje morrem 50 vezes menos pessoas por causas climáticas do que em 1920. Por quê?

Porque o mundo construiu:

  • infraestrutura (barragens, pontes, concreto)
  • sistemas de alerta e monitoramento
  • capacidade de resposta rápida a desastres

Ou seja: mesmo com mudanças climáticas, a tecnologia nos tornou mais protegidos do clima. Embora, não podemos deixar de crer na proteção divina, que nos  ajuda a cada momento.

O problema está em como se comunica as descobertas científicas

Segundos dados científicos, de fato o planeta está aquecendo, o ser humano influencia o clima. No entanto, nem tudo que vira manchete é verdade completa.

A discussão mais madura não é negar o aquecimento global,  e sim combater o alarmismo com informação.

Eu, Antônio Garcia, não sou especialista em climatologia. O conteúdo  apresentado é fundamentado no vídeo do cientista Sérgio Sacani:

“SACANI EXPÕE AS FARSAS POR TRÁS DAS PREVISÕES CLIMÁT1C4S AP0CALÍPT1C4S”.  (O vídeo  está  inserido no início do artigo.)