Casos de mortes por dengue diminuem no Paraná, mas a doença ainda preocupa autoridades de saúde

Casos de mortes por dengue diminuem no Paraná, mas a doença ainda preocupa autoridades de saúde

22 de dezembro de 2025 0 Por Antônio Garcia

Casos de mortes por dengue diminuem no Paraná, mas a doença continua em circulação. Saiba os riscos, sintomas e como se prevenir.

Mesmo com a redução dos óbitos, o vírus da dengue continua circulando no estado e exige atenção da população

Inicialmente, o Paraná registrou uma redução significativa no número de mortes causadas pela dengue em comparação com períodos anteriores, segundo dados recentes da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). O resultado é considerado positivo, mas não significa que o perigo tenha passado.

Atualmente, a dengue continua em circulação em diversas regiões do estado, mantendo o alerta das autoridades de saúde. O mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, segue ativo, especialmente em períodos de calor e chuvas, que favorecem sua reprodução

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Dengue ainda representa risco no Paraná

Além disso, mesmo com menos óbitos, o número de casos confirmados ainda é expressivo em vários municípios paranaenses. Isso demonstra que o vírus continua atuando e pode voltar a se intensificar caso as medidas de prevenção sejam relaxadas.

Por outro lado, especialistas reforçam que a queda nas mortes está ligada a fatores como:

  • Fortalecimento da vigilância epidemiológica.
  • Maior rapidez no diagnóstico;
  • Atendimento médico mais eficiente;
  • Campanhas de conscientização da população;

Sintomas da dengue exigem atenção

Da mesma forma, é fundamental que a população fique atenta aos principais sintomas da dengue, que incluem:

  • Febre alta repentina;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Dores musculares e nas articulações;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Náuseas e vômitos;
  • Manchas vermelhas na pele.

Em casos mais graves, podem ocorrer sinais de alerta, como dor abdominal intensa, sangramentos e tonturas, exigindo atendimento médico imediato.

Prevenção continua sendo a melhor arma

Sobretudo, a principal forma de combate à dengue ainda é a prevenção. Eliminar criadouros do mosquito é essencial para evitar novos surtos.

Entre as principais orientações, destacam-se:

  • Não deixar água parada em recipientes;
  • Manter caixas d’água bem vedadas;
  • Limpar calhas e ralos regularmente;
  • Descartar corretamente pneus, garrafas e entulhos;
  • Usar repelente, especialmente em áreas com maior incidência.

Autoridades reforçam o alerta

Por fim, as autoridades de saúde do Paraná reforçam que, apesar da redução no número de mortes, a dengue ainda é uma ameaça real. A colaboração da população é indispensável para manter os índices sob controle e evitar novas tragédias.

Dessa forma, a conscientização, aliada às ações preventivas e ao cuidado com os primeiros sintomas, pode salvar vidas e impedir o avanço da doença no estado.

Fontes oficiais sobre dengue no Paraná e no Brasil

  • Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA-PR)
    Boletins epidemiológicos semanais da dengue, com dados de casos, óbitos e municípios afetados.
    Fonte oficial do Governo do Paraná.
  • Ministério da Saúde – Governo Federal
    Informações nacionais sobre dengue, chikungunya e zika, além de orientações de prevenção e sintomas.
    Sistema de vigilância epidemiológica do SUS.
  • Agência Brasil
    Veículo público de comunicação que divulga dados oficiais de saúde com linguagem jornalística e verificada.
  • Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
    Referência científica nacional em doenças infecciosas, estudos sobre o Aedes aegypti e arboviroses.

Fonte:
Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA-PR); Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).