
Casos de mortes por dengue diminuem no Paraná, mas a doença ainda preocupa autoridades de saúde
Casos de mortes por dengue diminuem no Paraná, mas a doença continua em circulação. Saiba os riscos, sintomas e como se prevenir.
Mesmo com a redução dos óbitos, o vírus da dengue continua circulando no estado e exige atenção da população
Inicialmente, o Paraná registrou uma redução significativa no número de mortes causadas pela dengue em comparação com períodos anteriores, segundo dados recentes da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). O resultado é considerado positivo, mas não significa que o perigo tenha passado.
Atualmente, a dengue continua em circulação em diversas regiões do estado, mantendo o alerta das autoridades de saúde. O mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, segue ativo, especialmente em períodos de calor e chuvas, que favorecem sua reprodução
Dengue ainda representa risco no Paraná
Além disso, mesmo com menos óbitos, o número de casos confirmados ainda é expressivo em vários municípios paranaenses. Isso demonstra que o vírus continua atuando e pode voltar a se intensificar caso as medidas de prevenção sejam relaxadas.
Por outro lado, especialistas reforçam que a queda nas mortes está ligada a fatores como:
- Fortalecimento da vigilância epidemiológica.
- Maior rapidez no diagnóstico;
- Atendimento médico mais eficiente;
- Campanhas de conscientização da população;
Sintomas da dengue exigem atenção
Da mesma forma, é fundamental que a população fique atenta aos principais sintomas da dengue, que incluem:
- Febre alta repentina;
- Dor atrás dos olhos;
- Dores musculares e nas articulações;
- Dor de cabeça intensa;
- Náuseas e vômitos;
- Manchas vermelhas na pele.
Em casos mais graves, podem ocorrer sinais de alerta, como dor abdominal intensa, sangramentos e tonturas, exigindo atendimento médico imediato.
Prevenção continua sendo a melhor arma
Sobretudo, a principal forma de combate à dengue ainda é a prevenção. Eliminar criadouros do mosquito é essencial para evitar novos surtos.
Entre as principais orientações, destacam-se:
- Não deixar água parada em recipientes;
- Manter caixas d’água bem vedadas;
- Limpar calhas e ralos regularmente;
- Descartar corretamente pneus, garrafas e entulhos;
- Usar repelente, especialmente em áreas com maior incidência.
Autoridades reforçam o alerta
Por fim, as autoridades de saúde do Paraná reforçam que, apesar da redução no número de mortes, a dengue ainda é uma ameaça real. A colaboração da população é indispensável para manter os índices sob controle e evitar novas tragédias.
Dessa forma, a conscientização, aliada às ações preventivas e ao cuidado com os primeiros sintomas, pode salvar vidas e impedir o avanço da doença no estado.

Fontes oficiais sobre dengue no Paraná e no Brasil
- Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA-PR)
Boletins epidemiológicos semanais da dengue, com dados de casos, óbitos e municípios afetados.
Fonte oficial do Governo do Paraná. - Ministério da Saúde – Governo Federal
Informações nacionais sobre dengue, chikungunya e zika, além de orientações de prevenção e sintomas.
Sistema de vigilância epidemiológica do SUS. - Agência Brasil
Veículo público de comunicação que divulga dados oficiais de saúde com linguagem jornalística e verificada. - Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Referência científica nacional em doenças infecciosas, estudos sobre o Aedes aegypti e arboviroses.
Fonte:
Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA-PR); Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).



