Jornal de grande circulação no Brasil divulga vídeo-bomba que denuncia infiltrados no dia 08 de Janeiro

Jornal de grande circulação no Brasil divulga vídeo-bomba que denuncia infiltrados no dia 08 de Janeiro

26 de janeiro de 2026 0 Por Antônio Garcia

Reportagem traz vídeo gravado no dia 8 de janeiro com denúncias de infiltrados e relatos de manifestantes sobre os acontecimentos.

Nos últimos dias, um jornal de grande circulação no Brasil trouxe novamente ao centro do debate público um dos episódios mais controversos da história recente do país: os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

Entretanto, a reportagem exibiu um vídeo gravado no próprio dia dos atos, no qual manifestantes denunciam a atuação de pessoas infiltradas.

Dessa forma, essas pessoas teriam promovido vandalismo e depredação de prédios públicos, contrariando o caráter pacífico do protesto.

Assim, a divulgação do material reacendeu discussões sobre a dinâmica dos eventos, a individualização das responsabilidades.

Além do impacto humano e jurídico enfrentado por participantes que alegam não ter cometido atos de violência.

Leia também:Previsão do Tempo para o Paraná: Semana Será Marcada por Calor Intenso, Pancadas de Chuva e Risco de Temporais

Vídeo gravado no local denuncia tentativa de incêndio e vandalismo

No entanto, de acordo com a reportagem, o vídeo foi registrado por Paula Godói, participante da manifestação, enquanto os acontecimentos ainda se desenrolavam na região da Praça dos Três Poderes. Vídeo será publicado logo abaixo. Sugiro assistir!

Nas imagens, é possível ouvir manifestantes alertando e tentando impedir pessoas que tentavam atear fogo, quebrar estruturas e provocar o caos no interior e nas proximidades dos prédios públicos.

Além disso, o registro mostra manifestantes gritando frases como “fogo não” e “não foi a gente”, enquanto apontam indivíduos que estariam agindo de forma destoante do restante do grupo.

Dessa forma, segundo Paula, o objetivo da gravação foi documentar em tempo real que parte dos atos violentos não teria partido dos manifestantes que se concentravam de forma ordeira.

Relato aponta manifestação pacífica antes do tumulto

No entanto, em entrevista exibida pelo jornal, Paula Godói relatou que, até determinado momento, a manifestação transcorria de maneira pacífica. Segundo ela, havia organização entre os participantes, distribuição de água e alimentos, além de cuidados com a limpeza do local.

Entretanto, conforme o relato, a situação teria mudado drasticamente quando surgiram pessoas já equipadas, utilizando objetos que, segundo a manifestante, não condiziam com o que havia sido permitido após revistas realizadas pelas forças de segurança.

Porém, ela afirma que muitos manifestantes não puderam sequer entrar com isqueiros ou objetos pessoais simples, o que levantaria questionamentos sobre a origem de instrumentos utilizados nos atos de vandalismo.

A matéria foi veiculada no canal do YouTube da Revista Oeste, onde diversos jornalistas entrevistaram Paula Godoi, que atualmente está fora do país. Assista ao vídeo completo abaixo.

Denúncia de infiltração e ação coordenada

Outro ponto destacado na entrevista foi a suspeita de que grupos já estariam dentro dos prédios antes da chegada da maior parte dos manifestantes. Paula afirma que, ao chegar ao local, já havia sinais de destruição, o que reforçaria a tese de uma ação previamente articulada.

Segundo o depoimento, pessoas vestidas com roupas semelhantes às dos manifestantes teriam se misturado à multidão para provocar confrontos, lançar objetos e incentivar a violência. Esse tipo de estratégia, segundo ela, teria como objetivo deslegitimar a manifestação e gerar uma narrativa única sobre os acontecimentos.

A presente obra é um relato fidedigno do que realmente aconteceu em Brasília (DF) no dia 08 de janeiro de 2023. Os fatos vivenciados pelo Autor não deixam dúvidas do verdadeiro patriotismo dos brasileiros que lá estiveram com o único intuito de exercer o Direito Democrático de manifestar-se, externando a contrariedade em razão da suposta fraude eleitoral.
É relatado como milhares de pessoas acampadas sob a proteção do Exército, ao menos era o que se acreditava (que estavam protegidas), foram levadas para a cadeia, inclusive o Autor que permaneceu cento e setenta e um dias preso.
Será descrito a realidade do acampamento e dos acampados, com o relato das condições em que os Patriotas viveram por mais de sessenta dias: como se alimentavam, como faziam a higiene pessoal e sobre a situação psicológica até o final martírio.

Impactos psicológicos, jurídicos e exílio forçado

Além da denúncia dos fatos, a entrevista trouxe à tona as consequências pessoais enfrentadas por participantes dos atos. Paula afirmou que, após a divulgação do vídeo, passou a sofrer perseguição, teve restrições à liberdade de expressão e acabou deixando o Brasil por medo de represálias.

Ela relatou ainda impactos emocionais profundos, destacando que, mesmo anos após os acontecimentos, muitas pessoas continuam lidando com processos judiciais, estigmatização social e dificuldades psicológicas.

Segundo o depoimento, o vídeo gravado no dia 8 de janeiro se tornou sua principal — e, segundo ela, única, forma de defesa.

Vídeos como instrumento de defesa e documentação histórica

Durante a entrevista, foi enfatizado que, na visão de Paula, os registros em vídeo feitos por manifestantes se tornaram uma das poucas formas de documentar versões alternativas dos acontecimentos.

Ela defendeu que filmagens são essenciais para individualizar condutas e diferenciar participantes pacíficos de atos criminosos.

Além disso, a entrevistada orientou que, em manifestações futuras, as pessoas evitem confrontos diretos, registrem comportamentos suspeitos e mantenham distância de atitudes agressivas, justamente para evitar generalizações.

Debate sobre democracia, responsabilidade individual e liberdade de expressão

Por fim, a reportagem destacou que o caso reacende um debate mais amplo sobre democracia, direito à manifestação e responsabilização individual. Especialistas ouvidos pelo jornal ressaltaram que, em um Estado de Direito, é fundamental distinguir quem praticou crimes de quem exerceu, de forma legítima, o direito de protestar.

A divulgação do vídeo, anos após os fatos, mostra que o episódio de 8 de janeiro ainda está longe de ser um capítulo encerrado. Pelo contrário, segue gerando repercussões políticas, jurídicas e sociais, além de levantar questionamentos sobre narrativa, provas e justiça.

Referências

  • Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – Artigos 5º e 220 (liberdade de expressão e manifestação)
  • Reportagens jornalísticas sobre os atos de 8 de janeiro publicadas na imprensa nacional
  • Entrevista concedida por Paula Godói a jornal de grande circulação no Brasil
  • Decisões e notas públicas do Supremo Tribunal Federal sobre os atos de 08/01
  • Análises jurídicas sobre individualização de condutas em crimes coletivos